Gustavo de Marchi, Advogado

Gustavo de Marchi

Sumaré (SP)
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Sobre mim

Bacharel em Ciências Jurídicas pela Universidade Paulista (UNIP).
Advogado.

Pós graduando em Processo Civil.

Técnico de Segurança do Trabalho.

Consultor de Ergonomia.

Assistente técnico de perícias judiciais de Acidentes do Trabalho, Insalubridade e Periculosidade.

Atuante na área de segurança, saúde e higiene do trabalho desde 2008.

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 20%
Direito Civil, 20%
Direito do Trabalho, 16%
Trânsito, 16%
Outras, 28%

Comentários

(51)
Gustavo de Marchi, Advogado
Gustavo de Marchi
Comentário · há 2 meses
Ótima explanação do assunto, doutor.

Responsabilidade civil é um assunto fascinante pra mim.

Defendo de forma imperativa a matéria, pois, a responsabilidade civil está em tudo, contudo, enxerguei com bons olhos essa nova tese, afinal, e infelizmente, a predita Súmula 130 já estava dando "muito pano pra manga" como dizem.

A aplicação do fortuito externo para os casos em análise (espaço público, sem controle) é de fato muito adequada.

Porém, isso dependerá da correta análise do caso concreto. Por exemplo: se o cidadão estaciona seu veículo na rua, no entorno do mercado, concordo com a aplicação do novo entendimento (isso se o estabelecimento fornecer estacionamento e a pessoa, ainda sim, optar em deixar seu veículo na rua.

Agora, em estacionamentos tipo vaga paralela, comuns nas entradas destes estabelecimentos, mas sem qualquer medida de controle (cancela e afins), não acho adequado, pois, predominantemente as pessoas que ali estacionam, de fato, vão às compras no referido estabelecimento (ainda que exista uma parcela de aproveitadores nesse sentido que não usa a vaga para o propósito que se destina).
A maioria estaciona nessas vagas pela comodidade de ser mais rápido ou quando se pretende fazer algo rápido (compra rápida).

Há de se ressaltar que muitos idosos e deficientes usam tais vagas, pela proximidade da entrada principal do mercado.

Logo, deve-se ter muita cautela com a interpretação deste novo entendimento, que, ao menu ver, dependerá da análise do caso concreto.

Ademais, parabenizo pelo post.

Um abraço.

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